“Eu nunca havia participado. E posso dizer que tinha até um certo preconceito por causa das danças. Mas aí, comecei a notar que o pessoal voltava muito bem da campanha e pensei: ‘Alguma coisa diferente deve ter lá’. Quando o pastor Rodolfo me convidou, eu aceitei. No começo, fiquei meio perdido e receoso. Mas as pessoas me acolheram superbem e logo fui fazendo amigos. Por mais que você tenha preconceito e uma idéia diferente do que é o Adorarte, Deus vai acabar te mostrando o quanto é legal. Eu recomendo muito.”
Lucas Takeshi Watanabe 17 anos.
Esta foi a primeira vez que ele participou da campanha. Gostou tanto, que pretende participar nos próximos anos.
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“É uma experiência maravilhosa poder participar do Adorarte. A alegria e a satisfação que a gente tem em estar aqui são muito grandes. Só quem já participou pode sentir isso”
Lúcia de Fátima Nascimento.
Como voluntária da equipe da cozinha, ela emprestou seu talento culinário à Igreja e, ao lado das colegas, preparou deliciosas refeições durante a campanha.
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“É uma forma de crescimento e aprendizado. Porque, quando você ensina, também está aprendendo. Por isso, sempre incentivo os outros a participar e a viver esse tipo de experiência”
Polyana Fernandes, 24 anos.
Depois de participar de várias campanhas, Polyana atuou como coreógrafa este ano. Ensinar coreografias a dezenas de criança e adolescentes foi também uma oportunidade de aprendizado para ela.
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“Para ser um bom líder de ação você tem que estar disposta a ensinar. Eu vim disposta a ensinar e, ainda mais, desejando aprender. E tenho aprendido muito, principalmente porque você, como líder, tem que ser um exemplo de vida para o grupo. Elas vão me ver como referência. Por isso, tento mostrar disciplina, respeito aos horários. E falo das coisas que já passei para servir de exemplo para elas. É difícil, mas vale a pena.”
Pamela Nunes Lacerda, 18 anos.
Pelo segundo ano consecutivo, ela aceitou o desafio de ser líder de ação. Coordenou três meninas, com idades entre 13 e 15 anos, e junto com elas aprendeu e ensinou muitas lições.
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“As pessoas falam hoje que o mundo não tem conserto. Falam que só há roubos, crimes e violência. Mas a gente procura mostrar, através do teatro, que existe uma saída e que Jesus é o concerto do mundo de hoje.”
Marcelo Eduardo Ribeiro, 21 anos.
Ele veio da Igreja Presbiteriana do Brasil, de Itanorte (MG), especialmente para coordenar o grupo de teatro do Imel Adorarte 2006. E compartilhou sua experiência nos palcos com as crianças e adolescentes. |